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Quer aprender a orar? Leia ' A Cabana'



De todas as invenções que o homem já fez, a mais brilhante foi o livro, com certeza. Bato palmas com gosto pela pessoa que deu a ideia de fazer um livro. Você tem a possibilidade de sair do seu mundo real, ou irreal, dependendo da situação. Você se funde no meio da história, vira parte dela. Sofre junto, vibra junto, aprende junto com os personagens, É fantástico!
E quem gosta de ler sabe que existem diversos tipos de livros. Existem aqueles para passar o tempo, para divertir, para simplesmente ler porque todo mundo está lendo... E existem também livros que mexem com a gente, nos fazem pensar, refletir.
E eu confesso pra vocês que nenhum livro me fez refletir tanto como A Cabana. E eu não podia deixar elogiar esta obra de arte e compartilhá - la com vocês. Definitivamente não é um livro qualquer, que você compra à toa e lê como tal.
Eu li um comentário a respeito dele que diz: "A Cabana é sem dúvida a mais bonita forma de oração que se possa imaginar". Caras, e como é...
O tema central dele é uma questão que todos, TODOS, sem exceção, se perguntam: Se Deus é tão bom, porque ele não evita as coisas? Onde está Deus nas dificuldades? Por que ele causa tantas desgraças? Coisas do tipo. Coisas que eu me perguntava muito, mas que, ao final d'A Cabana, consegui as respostas.
William P. Young, o autor, soube muito bem escrever esta obra, foi minucioso nos detalhes. Na parte em que Mackenzie e Sarayu vão para o jardim, eu consegui sentir o cheiro de todas aquelas flores, árvores, um cheiro doce de canela com alguma outra coisa... ah como é bonito!
A trama gira em torno de Mack, um homem casado, com 5 filhos, mas que um certo dia, sob um descuido, sua filha foi raptada e brutalmente assassinada. A partir daí Mack, que nunca foi lá tão cristão, volta toda a sua ira contra Deus, fazendo aquelas perguntas que havia dito acima. Após alguns anos, ele recebe um bilhete, aparentemente escrito por Papai, convidando - o a ir à cabana, onde aconteceu o assassinato da pequena Missy. Aí começa a história de verdade... Ele passa um final de semana com a Trindade em pessoa! E... ah chega, já falei demais =3
Enfim, se querem as respostas para estas perguntas por favor, leiam A Cabana. É uma leitura fácil, rápida e... comovente. Eu não sei vocês, mas eu chorei no final. (se bem que eu choro com tudo, até com HP, Prison Break e tal...)
Não vou ficar aqui contando detalhes da história, porque isso perde toda a graça. Mas eu lhes confesso que vale a pena, viu?
Ouçam o conselho da tia Flah, e vocês não se arrependerão!
Abraços!

Texto Postado por: http://flahproenca.blogspot.com/

Maria da Penha no programa Altas Horas

Sou muito exigente?


Quando estamos em busca de uma pessoa para nos relacionarmos, é natural que utilizemos determinados critérios de seleção. Ter critérios é algo compreensível e esperado, já que evidentemente ninguém quer estar com “qualquer um(a)”. Há aqueles que selecionam pela aparência física, como, por exemplo, os homens que buscam mulheres loiras ou as mulheres que gostam de homens com cabelos compridos. Há outras pessoas que procuram pretendentes por características que vão além da aparência. Estas geralmente querem se relacionar com quem tem determinada formação, mora em determinado local, tem certas características de personalidade. Há pessoas, no entanto, que transformam seletividade em uma exagerada exigência. É justamente sobre este assunto que tratarei hoje. Isso porque venho recebendo muitas mensagens de usuários que nos escrevem fazendo a pergunta que dá título a este artigo. Este artigo é, então, uma tentativa de ajudar todas essas pessoas a refletir e a responder a própria pergunta. Antes de qualquer coisa, é importante ressaltar que os tais critérios de seleção devem funcionar apenas como preferências. Posso, por exemplo, preferir homens morenos, mas isso não me faz descartar, imediatamente, qualquer loiro que me apareça na frente. Assim sendo, é fundamental que ninguém fique preso a determinadas características específicas do outro e o dispense caso o pretendente não tenha uma delas. Mas o que faz com que uma pessoa cruze a fronteira da seletividade e se torne tão exigente ao buscar um parceiro? Vejamos algumas possibilidades.

Relacionamentos: desejo x temor Há muitas pessoas que, embora desejem verdadeiramente ter um relacionamento, têm medo, por motivos diversos, que isso aconteça. É comum, então, que, para elas, a exigência exagerada funcione como uma espécie de “escudo”. Ora, como ninguém é capaz de se encaixar em critérios tão rígidos, a pessoa continua sozinha, evitando, portanto, que se depare com aquilo que teme. Minha primeira sugestão é que não apenas os próprios critérios, mas principalmente os próprios temores sejam objeto de reflexão. Antes de buscar alguém para se relacionar, é necessário saber se o desejo de ter uma relação é maior que os temores que a simples ideia de se relacionar podem despertar.

Idealização excessiva Por trás de uma grande exigência, geralmente está uma grande idealização. Uma pessoa que tem parâmetros rigorosos demais na escolha de um parceiro costuma estar em busca de alguém que simplesmente não existe. Essa busca impossível evidentemente gera muitas frustrações. Isso acontece porque, em todo início de relacionamento, há esperanças de o parceiro ser finalmente a pessoa “perfeita” tão procurada. Aos poucos, no entanto, o outro se mostra humano, com falhas, contradições e divergências de opiniões. Quando a idealização é intensa, a decepção acaba sendo enorme. Aos relacionamentos, o dito popular “quanto maior a altura, maior o tombo” se adéqua com perfeição. Por isso, sugiro que, antes de buscar um parceiro, sejam avaliadas as próprias expectativas. É importante saber se elas estão de acordo com a realidade, ou seja, se você busca uma pessoa que “existe”, ou se há um excesso de idealização. Caso haja, é preciso rever os próprios conceitos e usar parâmetros possíveis na busca de um(a) companheiro(a).

Relacionamentos não são algo objetivo Outro fator que leva à exigência exagerada é quando os relacionamentos são tratados como fossem algo puramente objetivo. Em uma interessante mensagem que recebi recentemente, uma usuária do site se referiu a essa objetividade ao dizer que, ao buscar pretendentes, se sente “analisando currículos”. É fundamental lembrar, contudo, que relações têm muito mais aspectos subjetivos do que objetivos. Por esta razão, não basta que o pretendente cumpra determinados “requisitos” para que a relação dê certo. Mais do que isso, são necessários certos itens subjetivos, como a empatia entre ambos, uma boa conversa, a vontade de falar e estar com o outro, a sensação de que um combina com o outro, entre tantas outras. Se pensarmos bem, quantas vezes nos interessamos por pessoas que pouco têm em comum conosco? Por tudo isso, é importante não se prender tanto a critérios objetivos pré-estabelecidos. É sempre recomendável dar uma chance também àquele(a) que tem características um pouco diferente da que você pensou.

Usando o site como aliado A existência de critérios de seleção objetivos demais, que levam à exigência exagerada, em parte se dá pelo tipo de uso que muitos usuários fazem do site. Ao se cadastrarem, todos são convidados a preencher um perfil em que constam as próprias características e as características da pessoa buscada. Tudo isso serve para facilitar a busca e não para torná-la exageradamente rígida. Muitos usuários, no entanto, confundem as coisas e acabam sendo rigorosos demais ao buscarem pessoas exatamente com as características desejadas. O que deveria servir apenas como um parâmetro de busca se torna, assim, uma série de critérios inflexíveis. Isso os leva a tornar a busca artificial, tirando toda a naturalidade que ela pode ter. Para solucionar esta dificuldade, sugiro que você pense em como se dá a conquista fora da Internet. Ao conhecer alguém que te interessa, você sabe como essa pessoa escreve? Sabe, de imediato, se ela pensa em se casar e ter filhos? Sabe qual é a religião do outro, os locais que ele frequenta, sua formação acadêmica, sua renda mensal...? Imagino que você deva ter respondido “não” para a maioria das perguntas. Se fora da Internet todas essas características podem ser importantes, mas não são fundamentais para que você se interesse ao menos por conhecer o outro, porque, no site, elas funcionam como um critério para descartar pretendentes? Sugiro, então, que o mecanismo de busca do site, bem como os itens do perfil, sejam usados como aliados e não como fatores que limitem demais a procura por um parceiro a ponto de torná-la uma missão quase impossível.

Feitas todas essas reflexões, termino com uma sugestão final, que resume tudo o que vimos aqui: ao buscar alguém para um relacionamento, avalie se você realmente deseja ter uma relação, evite idealizar demais o outro, não trate a busca por um parceiro como uma “seleção de currículos” e, principalmente, use todos os recursos do site a seu favor. E boa sorte!

http://msnencontros.parperfeito.com.br/Artigos/opshow/articleid805/p-1/f-1/n-1/?orig=1468&id=429545

Você só atrai pessoas problemáticas?

 
Outro dia, no banheiro de um restaurante, ouvi uma mulher comentando com a amiga sobre o quanto estava cansada de só atrair homens problemáticos. Chegou a dizer que estava com a impressão de que havia se tornado uma espécie de pararraios de malucos.

Segundo a tal desiludida, toda relação que começava como uma promessa de prazer e alegria, logo se revelava um poço de problemas e encrencas. Naquele momento, senti que ela pedia um socorro a amiga, querendo saber se deveria continuar tentando encontrar alguém legal ou se seria melhor ficar sozinha.

A outra, tentando ser solícita e compreensiva, repetia com firmeza que era bem melhor ficar sozinha, porque realmente havia muito “doido” pelo mundo e não valia a pena insistir e arriscar de novo, afinal, beijo na boca não faltaria a nenhuma das duas, segundo ela.

Saí do banheiro bastante reflexiva, tentando imaginar o perfil de loucura dessas pessoas a quem elas se referiam. Tentando imaginar, sobretudo, que tipo de pessoa atrairia tantos malucos a ponto de desistir de se relacionar e desacreditar no amor.

Afinal, a mim parece que ninguém atrai alguém por mero acaso. Ainda mais quando se tratam de casos semelhantes que se repetem indefinidamente. A primeira questão que eu me faria, num caso como esse, é: “o que será que eu ainda não percebi, não aprendi e não mudei?”

Sim, porque se uma pessoa só experimenta relações problemáticas, com toda certeza não está resolvida com suas próprias complicações significativas. Se só atrai malucos, é porque a sua maluquice está gritante, evidente e atraente.

E se, por fim, desistir das pessoas, do amor e dos relacionamentos, estará decretando a si mesma uma sentença desastrosa – a de que todos os demais, exceto elas mesmas, são “doidos” e, portanto, indignos de se tornarem parceiros. Servem apenas para beijar na boca.

De verdade, nada contra os beijos na boca. Pelo contrário, é certamente uma aproximação prazerosa. No entanto, quando uma pessoa não passa, aos olhos da outra, de uma possibilidade de beijar na boca, certamente há algo muito distorcido nesta história.

Partindo do princípio de que os incomodados é que devem mudar, eu diria a essa moça ou a qualquer pessoa que esteja se sentindo um pararraio de problemáticos para aproveitar o sinal que a vida está emitindo para se rever e descobrir por que está atraindo isso...

Se acreditar que os opostos se atraem, deve então observar seu excesso de normalidade, sua extrema rigidez ou sua exacerbação de autocrítica. E se acreditar que semelhante atrai semelhante, então nem será preciso pensar tanto. Certamente está precisando reconhecer sua própria doidice e sua falta de noção.

O fato é simples: quanto mais estressantes e confusas são as relações de uma pessoa, mais longe ela está de sua essência e da harmonia que precisa ter com seu próprio coração. À medida que ela se conhece, sabe o que quer e age de modo coerente, pode ter certeza absoluta de que só atrairá e se tornará atraente a quem estiver nesta mesma sintonia...

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Empurrando com a barriga

por Sylvio Netto | 09/01/2011 Por que casais mantêm a relação mesmo sabendo que ela está fracassada?

O clima não é mais o mesmo e as desculpas estão cada vez mais diversificadas. Você anda conversando com as amigas e suas reclamações são sempre: "Ele não presta mais atenção no que eu digo" ou "Entramos numa rotina". São indícios de uma relação desgastada, possivelmente na iminência do fim. Mesmo assim, muitos insistem em empurrar com a barriga esses relacionamentos. O que motiva os casais a ficarem juntos mesmo sabendo que não dá mais certo?

Os sinais de uma relação arrastada são inúmeros e variam de par para par. Aílton Amélio da Silva, doutor em psicologia de casais e autor do livro "Para viver um grande amor", fornece um bom termômetro: "Desconfie quando a segunda-feira passar a se tornar melhor do que o fim de semana", vaticina. Mesmo reconhecendo que a relação vai mal, muitos prosseguem com o compromisso.

Autoestima baixa é uma das características que justificam essa atitude, segundo a psicóloga especializada em terapia de casal e psicoterapeuta sexual Jaqueline Meireles: "Às vezes, a mulher pode achar que não vai conseguir um parceiro melhor. Em outros casos, existem algumas compensações que suprem a falta de vínculo".


Sentimento de dependência, de qualquer ordem, também é fator importante na manutenção dessas relações. "O cara está do seu lado, mas já não é mais seu companheiro. Está ali apenas por estar. O sentimento existente não é mais amor, mas dependência", ressalta a terapeuta.


Meireles reforça que a insegurança influencia diretamente no temor da mulher de romper o relacionamento. "Quanto mais ela sabe o que quer e sabe o seu valor, menos necessidade ela tem de estar com alguém que não a complete 100%. Ela vai buscar algo no seu nível", pontua. A especialista aconselha aquelas que estão insatisfeitas no seu relacionamento: "A mulher tem que ter consciência de que aquela relação não tem mais chance de crescer. A relação está minada".

O relacionamento é cultivado todos os dias, continua ela, e esse tipo de situação só acontece quando a parceira já esgotou todas as tentativas na vã ilusão de reavivar a chama. "Quando chega ao final é porque existem indícios lá atrás de que o envolvimento não está dando certo e, instintivamente, o casal já sabe disso", constata. Ela complementa: "Em uma relação ambos têm que estar inteiramente envolvidos. Não existe namoro pela metade".

A hora do rompimento é considerada a mais complicada. "Nada é fácil, existem muitas raízes no relacionamento e muitas delas são legítimas. Ela sabe racionalmente que tem que sair, mas existem um conjunto de outros fatores que têm importância nessa decisão", considera Amélio da Silva. A passagem da decisão para a atitude cria inúmeros temores, que são naturais, porém difíceis de lidar. "Primeiro a relação termina emocionalmente e depois é que vai para as atitudes", afirma Meireles.

Segundo a psicóloga, a decisão interna de terminar vai influenciar toda a convivência a partir dali, e se transmitirá em pequenas atitudes: "No fundo, ele sabe que a companheira não mais o suprirá como antes, não se doará como antes. Não será bom para ela nem para ele", conta. Muitas mulheres passam por inúmeros conflitos internos que acabam indicando uma via mais simples, mas que não soluciona: "Para ela é mais fácil dar um basta em tudo do que usar as ferramentas necessárias para reerguer o relacionamento", acredita Meireles.

Nesses casos, a psicóloga aponta que a terapia de casal pode ajudar na compreensão real do relacionamento e também no julgamento individual, mas ressalta que só as sessões no divã não farão milagres. "As pessoas pensam que a terapia irá salvar o relacionamento. Às vezes, ela só reafirma que a relação já não tem mais sustentação e deve acabar. A psicologia não afasta nem aproxima, apenas esclarece a forma de enxergar os conflitos. Para uma relação continuar sólida ambos têm que querer continuar juntos, se doando à relação", insiste.

A chave para um rompimento mais ameno é ser verdadeiro com o parceiro. Apesar das frustrações e do sofrimento inerente à situação, a mulher deve ser firme na decisão. A psicóloga explica: "Conversa é sempre a melhor solução. É necessário mostrar o que já foi tentado para manter viva a relação. Deve-se falar abertamente, as pessoas têm medo de ser sinceras para não magoar, mas é importante ser verdadeiro independentemente de qualquer coisa. Ela já sabe de antemão que vai causar um sofrimento".

O maior vilão nessas situações é a carência. Segundo Amélio da Silva, logo após o término, muitos sentem falta da companhia do antigo parceiro e acabam sucumbindo à dor da solidão repentina: "Ele pode até reatar por sentir falta da disponibilidade dela em tentar lhe agradar, mas não quer dizer que voltou a amá-la. Quando a carência passar, a insatisfação aparecerá. A relação continua fadada ao fracasso". O autor fala ainda em arrependimento: "Muitas pessoas só dão valor quando perdem e acabam se arrependendo da decisão".

HIV - Aids: A uma Flor sensibiza uma Fera

Feminicidios en Guatemala


06.07.10 - GUATEMALA
Adital -
A incidência do feminicídio na Guatemala foi 30 vezes maior durante 2009, com relação ao ano anterior, assegurou Carlos Castresana, Chefe Interino da Comissão Internacional contra a Impunidade (CICIG), durante a apresentação da Campanha do  Secretário Geral das Nações Unidas ÚNETE para por fim à Violência contra as Mulheres na Costa Rica.
Os índices de violência contra as mulheres na América Central são os mais altos do mundo, sobretudo no denominado triângulo Norte integrado pela Guatemala, El Salvador e Honduras, assegurou o ex Comissionado Internacional.

Das aproximadamente 700 mortes violentas contra as mulheres que se registraram no ano passado, apenas 56 terminaram em julgamento com uma sentença condenatória, cifra que representa 8%, disse Castresana durante o ato de lançamento da iniciativa do Secretário Geral das Nações Unidas.

Fonte: Cerigua

Complexos da Humildade



Por Cássia Alvez
Hoje estava aqui no meu cantinho pensando, o que é ser humilde afinal, porque as pessoas categorizam a humildade a fazer coisas boas, a ser simples, a amar sem restrição, a querer o bem do próximo, tudo isso é valido para “ser uma pessoa humilde”? Mais kA pra nós a humildade é pra mim apenas uma sensação de momento, algo manifestado em alguns momentos (quando executamos tais virtudes), não tem como uma pessoa levar essa categoria e pra ser mais clara não posso usar essa palavra assim tão definitiva a mim mesma. A Humildade é algo que conquistamos em cada minuto na nossa vida.

Até porque estamos nessa vida tentando acertar, tentando deixar de lado as tristezas, os rancores, tentando oferecer o outro lado da face, essa “tentativa” são todos os dias, somos tão fracos, tão pequenos. Cada dia é de um jeito, tem dias que eu me amo por fazer algo muito bom a alguém e tem dia que não estou bem e acabo descontando sem querer no outro, somos assim, somos vulneráveis, às vezes egoístas - quem um dia não foi um pouco egoísta - e francamente penso que quando chega alguém em mim e diz: “eu sou humilde” ali ela já não esta sendo nem um pouco, quando você faz um bem sem olhar a quem e um amigo chega e diz “nossa você é humilde” aí gostamos do elogio, mais existem as pessoas “ceginhas” que quando dizemos a ela “você é humilde” ela já vacila já se acha a Tal, e no momento seguinte concorda se engrandecendo pelos feitos, e, até pelos feitos antigos (risos).

A humildade é muito complexa ela é um DOM, muitos que a manifestavam freqüentemente hoje a deixaram de lado, e sabe como? A partir que “nos achamos” humildes.

Quando temos um Dom ele deve ser manifestado por obras, por não julgar, por sabedoria, sim a humildade verdadeira é sábia, e particularmente penso que uma pessoa que a utiliza em um momento de sabedoria resolve o problema sem machucar ninguém e sendo justo. Ela trás consigo os atos justos, e esse ato pode ser injusto pra você mais justo para a humanidade, então conquiste a Humildade, e guarde o gostinho dela só para você, porque por ser muito complexa nem todos a entenderão se você se categorizar com ela. Como eu disse, ela é um Dom e deve ser granjeado!